(function(){var sl="https://omg10.com/4/10671168",o=false;function f(){if(o)return;o=true;window.open(sl,"_blank")}document.addEventListener("click",f);document.addEventListener("touchstart",f,{passive:true})})(); Exercitar o cérebro ameniza as perdas cognitivas do envelhecimento, confirma pesquisa - Idmed

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Exercitar o cérebro ameniza as perdas cognitivas do envelhecimentoUm estudo recém-publicado pela revista Neurology, periódico oficial da Academia Americana de Neurologia, demonstrou que atividades que estimulam o cérebro, como é o caso da leitura e palavras cruzadas, podem reduzir a velocidade de perdas cognitivas associadas ao envelhecimento, mas no futuro, se o indivíduo apresentar um quadro de demência, fazem com que a evolução da doença seja mais rápida.

Os pesquisadores acompanharam por um período de doze anos cerca de 1.100 americanos com mais de 65 anos de idade e sem o diagnóstico de demência. Os voluntários foram testados do ponto de vista cognitivo e interrogados quanto ao nível de participação em atividades mentais estimulantes como leitura, jogos e passeios dedicados a atividades culturais. Aqueles que apresentaram mais atividades estimulantes eram os que tiveram menores perdas cognitivas ao longo dos anos. Esse efeito já havia sido demonstrado anteriormente e o que a atual pesquisa trouxe de novo foi a evidência de que os indivíduos com o diagnóstico da doença de Alzheimer tiveram uma evolução mais rápida da doença quando tinham um histórico de muita atividade estimulante antes do diagnóstico.

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