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Um dos sintomas mais comuns da ressaca, a dor de cabeça, é consequência do processo de desidratação. Já as náuseas e os vômitos ocorrem pelo fato do álcool irritar bastante a mucosa do trato digestivo, além de atrapalhar o processo de digestão. Também é comum a pessoa sentir bastante sede, já que a presença do álcool inibe o hormônio antidiurético e, com isso, promove um aumento da eliminação da urina. Uma vez urinando mais, a pessoa se desidrata mais facilmente e a sede vem como consequência, para sinalizar que o organismo está precisando de hidratação. "Infelizmente, bebidas alcoólicas costumam vir acompanhadas de outros elementos bastante nocivos, tais como frituras, alimentos industrializados repletos de corantes, conservantes, aromatizantes, enfim, uma carga grande de produtos químicos e poucos nutrientes", complementa ela.

Outros sintomas também podem ser sentidos, como memória ruim, falta de equilíbrio e queda do raciocínio, entre outras funções cerebrais. Isso porque o cérebro é um órgão que não faz reserva de energia e precisa de glicose todo o tempo para manter um bom funcionamento. Para o processo de desintoxicação do álcool, muita glicose é utilizada e, com isso, o suprimento dela para o cérebro fica prejudicado, acarretando o mau funcionamento do mesmo. "Se não houver uma reposição dessa glicose, o prejuízo pode ser grande para o organismo, uma vez que o cérebro comanda várias outras funções vitais", diz Gláucia.

Na hora da sede, a água é uma excelente opção. A água de coco e os sucos naturais ajudam tanto na hidratação quanto a suprir um pouco da glicose por conter a frutose, que é o açúcar natural da fruta. Chás que promovem desintoxicação podem ser incluídos entre os líquidos a serem ingeridos, tais como o chá-verde e o de hibisco, sem exagero de quantidade. "Uma dica é beber bastante água enquanto está consumindo o álcool, misturando", diz a nutricionista.

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